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CAPACITAÇÃO EM REGULARIZAÇÃO DE EMPREENDIMENTOS
O crescimento das cidades brasileiras caracteriza-se pela configuração de duas cidades: a cidade legal, onde se encontram os parcelamentos legalizados, e a cidade ilegal, onde estão inseridas as moradias das famílias de mais baixa renda.
O processo de regularização passa por intervenções urbanísticas que levam em conta os elementos que compõem o direito à moradia.
O curso com este foco será realizado nos dias 17e 18 de Setembro no Ycon, em São Paulo.
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CURSO DE PLANO HABITACIONAL TEM SUA MELHOR AVALIAÇÃO NA CLASSIFICAÇÃO ÓTIMO
A capacitação em Plano Habitacional, ocorrida em Agosto, teve excelente avaliação, atingindo 94% de aprovação - com 88% de Ótimo.
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OUTROS CURSOS EM 2010
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CAI NÚMERO DE FAVELADOS NO BRASIL
O Brasil reduziu em 16% sua população de favelas.
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O acesso a recursos federais está vinculado à apresentação do Plano Municipal de Habitação de Interesse Social.
O Instituto CIDADE está habilitado para desenvolver este Plano, preparar as equipes municipais, bem como prestar consultoria.
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Notícias 
PRÓXIMO CURSO: PLANO DE REGULARIZAÇÃO DE EMPREENDIMENTOS 17 E 18 DE SETEMBRO
A cidade legal e a cidade ilegal são faces do ambiente urbano que hoje habitamos. A intervenção urbanística tem que levar em conta os elementos que compõem o direito à moradia. Portanto, regularizar um empreendimento é passar pelo aspecto urbanístico, jurídico e fundiário.
Curso de capacitação com este foco será realizado nos dias 17 e 18 de Setembro no Ycon, em São Paulo.
O crescimento das cidades brasileiras caracterizou-se pela configuração de duas cidades: a cidade legal, onde se encontram os parcelamentos legalizados, e a cidade ilegal, onde estão inseridas as moradias das famílias de mais baixa renda. A regularidade ou irregularidade de uma unidade habitacional basicamente são definidas pelas regras locais, tendo em vista que ao Município compete ordenar o parcelamento, uso e ocupação do solo para fins urbanos; consequentemente a chamada regularização deve ser trabalhada na grande maioria em torno da competência municipal. Os conjuntos habitacionais para população de baixa renda estão incluídos nessa regularização, porque não são legalizados quanto a posse dos imóveis, mesmo quando existe algum titulo concedido pelo Poder Público, se caracterizando de forma precária, devido à falta do registro no Cartório de Registro de Imóveis. A intervenção urbanística tem que levar em conta os elementos que compõem o direito à moradia que, tem em seu conceito a habitabilidade, acessibilidade, segurança na posse, adequação cultural dos projetos, disponibilidade de serviços básicos e infra-estrutura . Portanto, regularizar um empreendimento é passar pelo aspecto urbanístico, jurídico e fundiário, com a percepção da população de ganhos reais com este processo, como por exemplo o acesso a crédito em instituições financeiras. Este curso volta-se à atuação nas situações de loteamentos e conjuntos habitacionais irregulares - por motivos de ordem técnica, jurídica ou urbanística. A regularização destes empreendimentos é uma necessidade emergencial para a grande maioria dos municípios brasileiros. Sua metodologia de atuação demanda: plano de ação, capacitação profissional e realização de obras complementares.
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CURSO DE PLANO DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL OBTEVE 88,57% DE AVALIAÇÃO ÓTIMO
Curso realizado em Agosto, contou com alunos de Natal, Florianópolis, Presidente Prudente e São Paulo, dos quais participaram profissionais e estudantes das áreas de economia, arquitetura e direito. Todos consideraram que o Curso atendeu as expectativas e que o recomendariam.
Quesitos de avaliação como Didática, Domínio do Tema, Material Didático e Organização receberam 100% da classificação Ótimo.
O curso obteve 94,29% de avaliação Ótimo e Bom.

NÚMERO DE FAVELADOS NO BRASIL CAI 10 MILHÕES NA DÉCADA
O Brasil reduziu em 16% sua população de favelas, com cerca de 10,4 milhões de pessoas deixando esse tipo de habitação nos últimos 10 anos, apontou nesta quinta-feira (17) um relatório das Nações Unidas. Apesar disso, o número de habitantes de moradia precária em todo o mundo no mesmo período avançou de 776,7 milhões para 827,6 milhões.
O número de brasileiros que moram em favelas diminuiu de 31,5% para 26,4% em dez anos devido à adoção de políticas econômicas e sociais, à diminuição da taxa de natalidade e à migração do campo para a cidade, disse o relatório da ONU.
“Isto significa que, coletivamente, os governos do mundo alcançaram a Meta 11 do Objetivo 7 dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (melhorar a vida de pelo menos 100 milhões de habitantes em assentamentos precários para o ano 2020) em 2,2 vezes”, diz o texto. “(Mas) o progresso que foi feito em relação à meta das favelas ainda não foi o suficiente para conter o crescimento de assentamentos informais nos países em desenvolvimento.”

OUTROS CURSOS EM 2010

- PLANO DE REGULARIZAÇÃO DE EMPREENDIMENTOS -
17 e 18 de Setembro. O crescimento das cidades brasileiras caracterizou-se pela configuração de duas cidades: a cidade legal e a cidade ilegal. A intervenção urbanística tem que levar em conta os elementos que compõem o direito à moradia. Portanto, regularizar um empreendimento é passar pelo aspecto urbanístico, jurídico e fundiário.

- PLANO DE URBANIZAÇÃO DE FAVELAS -
22 e 23 de Outubro. Curso buscará abordar aspectos relativos a projeto de reurbanização de áreas socialmente degradadas, compreendendo sistema viário, consolidação geotécnica, drenagem, abastecimento de água, esgotamento sanitário.
Mostrará ainda as diversas etapas do método de trabalho como levantamento físico, diagnóstico social, plano de intervenção e projetos executivos.

UM MILHÃO DE CASAS É META DO PLANO NACIONAL DE HABITAÇÃO
Governo federal garante R$ 34 bi para financiar um milhão de moradias para os brasileiros que ganham até dez salários mínimos com o lançamento do plano nacional de habitação "Minha Casa, Minha Vida".
Os recursos para a construção e financiamento de casas populares somam R$ 34 bilhões - R$ 25,5 bilhões da União; R$ 7,5 bilhões do FGTS e R$ 1 bilhão do BNDES.
Anteriormente o governo havia informado que o programa prevê prestações mensais simbólicas, de R$ 15 a R$ 20, para famílias que ganham até três mínimos (R$ 1.395) por mês. Cálculos da equipe econômica indicam que 85% do déficit habitacional, de 7 milhões de moradias, está concentrado nessa faixa, majoritáriamente em grandes cidades. Lula acredita que o investimento no setor habitacional ajuda a combater os efeitos perversos da crise, tem impacto no emprego, aquece o mercado e faz a economia girar.
Direcionado aos menos favorecidos, o plano tem perfil de "Bolsa-Habitação": a ideia do governo Lula é baratear a construção e estimular a compra da casa própria. Embora o programa seja destinado a famílias que recebem até dez mínimos (R$ 4.650), os subsídios de quase 100% atingirão apenas os mais carentes, que ganham até R$ 1.395 por mês.
Estes números permitem avaliar a importância de os municípios terem seus Planos Habitacionais realizados.