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CAPACITAÇÃO EM PLANO DE HABITAÇÃO
Calcula-se que o déficit habitacional brasileiro seja da ordem de 5,6 milhões de moradias.
É exigência do Ministério das Cidades que todos os municípios desenvolvam seus Planos de Habitação de Interesse Social com participação popular. Visando capacitar técnicos da administração pública e da iniciativa privada para atuar na elaboração de PLHIS, apresenta-se este curso, que será realizado nos dias 09 e 10 de março no Ycon, em São Paulo.
VEJA DETALHES.

CURSO - PLANO DE REDUÇÃO DE RISCO
Todos os anos presenciamos desastres envolvendo centenas ou até milhares de pessoas que tornaram-se vítimas de acidentes climáticos que resultam em inundações ou escorregamentos de terra.
Medidas preventivas, mitigadoras e corretivas fazem parte do conteúdo dos Planos de Redução de Risco. Prevenir estes acidentes, ao invés de lamentá-los, é a proposta deste curso programado para 17 de março.
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CURSO DE URBANIZAÇÃO DE FAVELAS RECEBE 74% DE APROVAÇÃO
Curso realizado em 21 e 22 de Outubro recebeu avaliação de 28% como ótimo e 46% como bom. Os quesitos melhor avaliados foram "domínio do tema" e "didática" dos docentes com 78% de classificação ótimo e bom. O "conteúdo do programa" recebeu 55% de avaliação "ótimo".
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P L H I S
SEU MUNICÍPIO JÁ TEM?

O acesso a recursos federais está vinculado à apresentação do Plano Municipal de Habitação de Interesse Social.
O Instituto CIDADE está habilitado para desenvolver este Plano, preparar as equipes municipais, bem como prestar consultoria.
Pindamonhangaba, Limeira, Mogi Mirim, Taquarituba e Tietê já contam com nosso apoio.
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Conheça nossos CURSOS DE CAPACITAÇÃO.

Notícias 
CURSO DE URBANIZAÇÃO DE FAVELAS TEM AVALIAÇÃO POSITIVA
Curso, realizado em 21 e 22 de Outubro recebeu avaliação de 28% como ótimo e 46% como bom. Os quesitos melhor avaliados foram "domínio do tema" e "didática" dos docentes com 78% de classificação ótimo e bom. O "conteúdo do programa" recebeu 55% de avaliação "ótimo". A totalidade dos alunos manifestou que recomendaria o curso para seus conhecidos.
O Curso contou com a predominância de engenheiros(56%), contando ainda com 33% de estudantes de arquitetura e 11% de arquitetos. O público era na sua maioria feminino (56%). A cidade de São Paulo esteve representada com 78% dos alunos. Niterói e Recife responderam com 11% cada.

CURSOS PROGRAMADOS PARA 2012
Conheça os Cursos a serem fornecidos em 2012.
Clique sobre os títulos para mais informações e acesso à inscrição.

- PLANO DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL -
09 e 10 de março.
O problema habitacional é seguramente a questão urbana que mais aflige a população brasileira. Calcula-se que o déficit habitacional brasileiro seja da ordem de 5,6 milhões de moradias, predominantemente localizado nas áreas urbanas, uma vez que a acelerada migração da população rural para as cidades não foi acompanhada de soluções para atender as novas demandas no campo da habitação, assim como nas áreas de infraestrutura e equipamentos públicos.

- PLANO DE REDUÇÃO DE RISCO -
17 de março.
Todos os anos presenciamos desastres envolvendo centenas ou até milhares de pessoas que tornaram-se vítimas de acidentes climáticos que resultam em inundações ou escorregamentos de terra. Todos os anos habituamo-nos a ter notícias de expressivas perdas humanas, além das perdas materiais e das consequências para as regiões e cidades abaladas.
As medidas preventivas, mitigadoras e corretivas fazem parte do conteúdo dos Planos de Redução de Risco. Prevenir acidentes, ao invés de lamentá-los, é a proposta deste curso programado para janeiro.

- URBANIZAÇÃO DE FAVELAS -
22 e 23 de junho.
Curso buscará abordar aspectos relativos a projeto de reurbanização de áreas socialmente degradadas, compreendendo sistema viário, consolidação geotécnica, drenagem, abastecimento de água, esgotamento sanitário.
Mostrará ainda as diversas etapas do método de trabalho como levantamento físico, diagnóstico social, plano de intervenção e projetos executivos.

- PLANO DIRETOR PARTICIPATIVO -
17 e 18 de agosto.
Planejar o futuro das cidades em conjunto com a população é hoje, não só compromisso da administração pública, como também conquista dos cidadãos, decorrente da vigência do Estatuto das Cidades.
Por em prática esta metodologia participativa demanda desenvolver mecanismos de interação tanto quanto aprimorar tecnicamente os procedimentos de leitura e proposição integrando meio ambiente, estrutura viária, intervenções urbanas e controle do uso do solo.

- REGULARIZAÇÃO DE EMPREENDIMENTOS - 26 e 27 de outubro.
O crescimento das cidades brasileiras caracteriza-se pela configuração de duas cidades: a cidade legal, onde se encontram os parcelamentos legalizados, e a cidade ilegal, onde estão inseridas as moradias das famílias de mais baixa renda.
O processo de regularização passa por intervenções urbanísticas que levam necessariamente em conta os elementos que compõem o direito à moradia. Portanto, regularizar um empreendimento é passar pelo aspecto urbanístico, jurídico e fundiário.
Clique aqui para saber mais.

GOVERNO ELEVA PREÇO MÁXIMO PARA “MINHA CASA, MINHA VIDA”
O governo federal decidiu elevar o preço máximo dos imóveis enquadrados no programa "Minha Casa, Minha Vida", um antigo pleito do setor de construção. O teto para imóveis localizados nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal passou de 130 mil para 170 mil reais. A decisão foi tomada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) --de onde saem os recursos para subsidiar o programa-- composto por entidades que representam trabalhadores, empregadores e governo federal.
Nas demais capitais do país, o valor máximo do imóvel dentro do programa foi elevado de 100 mil para 150 mil reais. Para municípios com população a partir de 250 mil habitantes ou integrantes das demais regiões metropolitanas, o valor máximo passa de 80 mil para 130 mil reais. Outra mudança acertada foi a elevação do valor máximo para cidades a partir de 50 mil habitantes, que passará de 80 mil para 100 mil reais. Para o restante dos municípios, o valor segue em 80 mil reais.
A renda familiar limite para enquadramento nos financiamentos foi mantida em 4,9 mil reais para regiões metropolitanas e municípios com população a partir de 250 mil habitantes e em 3,9 mil reais para as demais regiões do país.

NÚMERO DE FAVELADOS NO BRASIL CAI 10 MILHÕES NA DÉCADA
O Brasil reduziu em 16% sua população de favelas, com cerca de 10,4 milhões de pessoas deixando esse tipo de habitação nos últimos 10 anos, apontou nesta quinta-feira (17) um relatório das Nações Unidas. Apesar disso, o número de habitantes de moradia precária em todo o mundo no mesmo período avançou de 776,7 milhões para 827,6 milhões.
O número de brasileiros que moram em favelas diminuiu de 31,5% para 26,4% em dez anos devido à adoção de políticas econômicas e sociais, à diminuição da taxa de natalidade e à migração do campo para a cidade, disse o relatório da ONU.
“Isto significa que, coletivamente, os governos do mundo alcançaram a Meta 11 do Objetivo 7 dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (melhorar a vida de pelo menos 100 milhões de habitantes em assentamentos precários para o ano 2020) em 2,2 vezes”, diz o texto. “(Mas) o progresso que foi feito em relação à meta das favelas ainda não foi o suficiente para conter o crescimento de assentamentos informais nos países em desenvolvimento.”

REDUZ-SE O DÉFICIT HABITACIONAL BRASILEIRO PARA 5,6 MILHÕES
A atualização do déficit habitacional no Brasil, divulgada pelo Ministério das Cidades, confirma a queda do indicador. O resultado final do estudo realizado pela Fundação João Pinheiro revela queda de 6 milhões (indicador de 2007 atualizado) para 5,572 milhões de moradias, com redução de 450 mil moradias entre 2007 e 2008.
Desse total, 83% dos domicílios se localizam em áreas urbanas. A maior concentração do déficit habitacional – 96,6% do total – continuava abrangendo as famílias com renda inferior a cinco salários mínimos.
Quatro elementos compõem o cálculo do déficit: habitações precárias, coabitação familiar, ônus excessivo com aluguel e adensamento excessivo nos domicílios alugados. São consideradas habitações precárias os domicílios improvisados e os rústicos; a coabitação familiar se caracteriza pela convivência de famílias na mesma moradia por falta de opção; o ônus excessivo com aluguel acontece quando mais de 30% da renda mensal de uma família com renda familiar de até três salários mínimos são destinados ao pagamento do aluguel; e o adensamento excessivo nos domicílios alugados quando mais de três pessoas dividem o mesmo dormitório.
A maior parte do déficit habitacional está concentrada na Região Sudeste – 36,9% do total ou 2,1 milhões de moradias. A Região Nordeste é a região com o segundo maior déficit habitacional do país: 2 milhões de domicílios ou 35,1% do total. Comparada às demais regiões, a Região Norte apresenta o maior percentual do déficit em termos relativos – o déficit de 600 mil unidades habitacionais corresponde a 13,9% dos domicílios da região.
De acordo com o estudo, o Brasil tinha, em 2008, cerca de 7,2 milhões de domicílios vagos em condições de serem ocupados e em construção. Desse total, cerca de 5,2 milhões estão localizados em área urbana.