IMPORTANTE
CURSO DE PLANO DIRETOR PARTICIPATIVO - PROGRAMA 2
Regulamentação, revisão e monitoramento de Planos Diretores aprovados é o tema do nosso próximo curso, que se realizará em São Paulo em nova data: 21 e 22 de Novembro.
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CURSO DE URBANIZAÇÃO DE FAVELAS TEVE AVALIAÇÃO POSITIVA
Curso em São Paulo, recebeu participantes de 3 municípios, que o aprovaram com 82,5% de avaliação Ótimo ou Bom. VEJA AVALIAÇÃO.

CURSOS 2008
Fique atento para os cursos ainda em 2008. VERIFIQUE.

CURSOS 2009
Estão previstos para o próximo ano 6 novos cursos, abrangendo os programas:
- Plano Diretor Participativo - Elaboração
- Plano Diretor Participativo - Revisão
- Planos de Habitação e Saneamento
- Plano de Urbanização de Favelas
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NOVOS CURSOS
- PALESTRA: ASPECTOS PRÁTICOS DO PLANO DIRETOR
- CURSO DE PLANEJAMENTO HABITACIONAL
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Quem participa ? Como?  

Segundo o Estatuto da Cidade, o Plano Diretor deve ser realizado em bases participativas, através de Oficinas, Plenárias e Audiências. Assim, o desenvolvimento dos trabalhos necessariamente levará em consideração a interação das 3 seguintes esferas:

Poder Público

Da primeira esfera fazem parte não só a Prefeitura, mas também os demais órgãos, autarquias e secretarias do nível municipal, além daquelas do nível estadual e até federal. Igualmente pertence a esta esfera a empresa contratada, que neste momento representa a própria Prefeitura, para os assuntos relativos ao próprio objeto de trabalho.

A esfera do poder público municipal tem no seu peculiar interesse a manutenção e melhoria da qualidade de vida de sua população e do meio ambiente que a abriga. Dessa forma tem todas as condições de chamar a participar todas as entidades de âmbito municipal, assim como convidas para o diálogo as demais entidades de âmbito estadual ou federal.

Sociedade Civil

Esta esfera contém a fauna do ecossistema em análise. Os moradores das comunidades locais são a um só tempo: a razão da existência das condições presentes, os seres vivos que sofrem as deficiências daquele modo de vida, a mão de obra do sistema econômico da região envolvente e o mercado consumidor do comércio e serviços locais.

Assim, são a parte efetivamente interessada na melhoria qualidade de vida e do ambiente da região. Por este motivo, devemos buscar intensa interação com as comunidades pois, diferentemente do poder econômico (que pode vender ou prestar serviços em qualquer lugar), elas efetivamente pertencem ao lugar e estão ali para ficar.

Poder Econômico

Pode contribuir para o desenvolvimento da região tanto quanto pode gerar disfunções. Não se apegam a um lugar, mas aos lugares adequados ao desempenho das atividades econômicas e à realização de lucros. Entretanto devem ser considerados como geradores de empregos.

Deve-se estabelecer um canal específico de participação pelo qual poderão ser detectadas as tendências do mercado e definidas estratégias para melhor potencializa-las em prol da sociedade.